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 FanFic - Fushigi Yuugi - Um Jogo Diferente

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MelanieSofie

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Data de inscrição : 26/03/2012

MensagemAssunto: FanFic - Fushigi Yuugi - Um Jogo Diferente    Ter 27 Mar - 19:07

I love you I love you I love you I love you Oieeeeeeeeeee! Você é um ser adoravel que ama Fushigi Yuugi, e gostava de ler uma FanFic? Love, você encontrou aqui uma autora, completamente em love por este anime, e ela tem uma historia doidona sobre ela. Por isso porque não ler? I love you I love you I love you I love you
Agora falando um poquinho sobre esta história:
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Nome Original : Fushigi Yuugi - Um Jogo Diferente
Autor: MelanieSofie
Outros Locais: Nyah!; FanFiction.Net (em Portugues e Ingles); Anime Sprits.
Casal Principal: Miaka & Tamahome \\ Sayuri & ? (Quem será?)
Sinopse:E se pudéssemos tornar tudo muito melhor?
E se a mãe de Miaka, acredita-se na filha quando ela dissesse que entrara no Universo dos Quatro Deuses. E se na verdade ela tivesse lido o livro num momento da sua juventude, e junto da sua filha voltassem para dentro do livro.
Ninguém pode garantir, que ao alterar algumas coisas, outras coisas podem ser alteradas também Muitas decisões difíceis terão que ser tomadas algumas boas outras más, mas uma coisa é certa, a história nunca poderá ser perfeita...

Cronologia: Primeira vez que Miaka, volta para casa, e conta ao irmão o que aconteceu dentro do livro. Aprox. 8 episodio.
confused confused confused confused confused confused confused confused
NOTA: EU ALTEREI A PERSONALIDADE DA MAE DA MIAKA, E O SEU NOME É SAYURI YUUKI

NOTA 2: EU COLOCO AO LOGO DO CAPITULO *-.-1... ISTO SÃO CENAS QUE TEM IMAGENS, PODEM ENCONTRA-LAS NO FINAL DO CAPITULO, ASSIM COMO UM EXTRA.
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Capitulo 1 - Breve Pertida

Estava quase a anoitecer quando Sayuri saiu do hospital para casa, tinha ficado até mais tarde no trabalho, devido a incêndio que ocorrera nunca escola e ele tivera que socorrer a maioria das crianças.
Quando chegou a casa a primeira coisa que notou foi o silêncio, nem Keisuke nem Miaka estavam na cozinha ou na sala, mas assim que subiu as escadas para verificar se eles estavam nos quartos ouviu a voz dos dois, conversando baixinho.
Mais descansada, Sayuri decidiu não incomodar os dois, era raro o momento em que eles conversavam de forma civilizada, e que não fosse para quem ficava com o ultimo biscoito ou o comando da televisão. Então voltou para a cozinha e começou a prepara o jantar.
- Mamãe? – Chamou Keisuke, fazendo Sayuri deixar o jantar e voltar-se para o filho. – A Miaka não está bem.
- Como assim? – Keisuke puxou a mãe até ao sofá da sala, e os dois sentaram-se.
- Ele contou-me umas histórias estranhas, de que tinha sido absorvida por um livro, o Universo dos Quatro Deuses, onde conheceu um cara chamado Tamahome, que a salvava sempre que ela se metia em alguma alhada, e que havia um imperardor que gostava dela, e mais um cara gay, e que ela depois se transformou numa sacerdotisa de um Deus qualquer, e que com a ajuda da Yui Hongo e desses três caras, que eram guerreiros para defende-la, ela conseguiu voltar para este mundo.
Sayuri mal conseguiu segurar a sua surpresa, ela conhecia aquela história, lembrava-se que durante a sua juventude ter lido um livro, com a história exatamente igual ao que Keisuke relatava. Sayuri andara meses lendo e relendo aquela história... E aquele pormenor que o Keisuke lhe contar que Miaka dissera essas coisas… Também acontecei no livro… Mas era impossível, aquela história ser mesmo real….
- Mamãe, eu acho que toda a pressão para o exame está a fazer-lhe mal. Ela está a começar a imaginar coisas – Disse Keisuke vendo que a sua mãe não dizia nada. – Você não acredita nela, pois não?
- Não, filho. Não te preocupes eu fala com ela. – Aquilo era mentira, Sayuri no fundo acreditava naquilo, não sabia porquê mas acreditava, pois não havia outra explicação, Miaka jamais soubera daquele livro, e não havia jeito nenhum dela alguma vez ter encotrado, e agora fosse inventar essa história... Mas se fosse mentira só havia um jeito de descobrir.
Keisuke sorriu para mãe, e saiu de casa.
- Miaka!
- Sim? – A garota desceu as escadas rapidamente em direção à sala. – Ei, cadê o Kei? – Perguntou Miaka ao chegar perto do sofá.
- Foi a uma livraria. – Inventou Sayuri, era a segunda vez que menti aos filhos, mas ela não tinha ouvido o Keisuke dizer onde ia. -, Miaka?
- Quê?
- Nós precisamos de falar. Sente-se. – Miaka sentou-se ao lado da mãe. – Aquilo que você contou ai Keisuke é mesmo verdade?
- Ele te contou.
- Sim, contou. Mas diz-me, é mesmo verdade?
- É, eu não sonhei nada disto, mamãe é mesmo real. – Disse Miaka olhando para mãe que apenas acenou com a cabeça.
- Eu acredito, filha. Não me pergunte porquê. Mas agora conta-me exatamente aquilo que você disse ao Kei.
Miaka estava surpreendida com a resposta da mãe, e contou-lhe tudo, desde a entrada na seção proibida, ao jeito como a Yui a ajudou a voltar para casa.
A cada palavra que Miaka dizia, Sayuri lembrava-se da história, todos os pormenores coincidiam, tudo aquilo parecia impossível mas ao mesmo tempo muito real e verdadeiro.
- E o Keisuke disse-me que o livro era perigoso e fez-me prometer que nunca mais voltava lá. – Concluiu Miaka, com um brilho triste no olhar. Sayuri lembrava-se que ela não iria cumprir essa promessa.
- Mas você vai voltar, não é? – Miaka olhou para os seus pés sem responder. – Vai sim, mas eu vou com você, filha.
Miaka levantou a cabeça, olhando chocada para mãe.
- Está a falar a sério?
- Claro que estou, Miaka. Eu disse que acreditava em você, não foi? E eu sei que você quer mesmo voltar, então pelo menos eu também irei, para proteger você. Mas não diga nada ao seu irmão. – Pediu Sayuri e Miaka apenas acenou a cabeça.
- Mas e a Yui? Eu não sei onde ela está. Já liguei para a casa dela…
De repente Sayuri lembrou-se, que Yui assim que Miaka saía do livro, Yui entrava, sem ela saber.
- Filha, você já pensou que ela talvez tivesse entrado no livro, quando você saiu… Se ela não está aqui, nem em casa, acho que é a única opção possível…
A realidade parecia ter caído em cima de Miaka, ela não pensara nessa hipótese, a Yui tinha entrado com ela na primeira vez, então podia ter entrado novamente.
- Tenho que ir salvá-la. – Disse Miaka levantando-se do sofá.
- Calma. Nós vamos salva-la, mas agora Miaka, vai buscar as duas malas que estão no armário do meu quarto e trazê-las para aqui.
Se vamos para dentro do livro temos que pelo menos levar algumas coisas.
Miaka assentiu com a cabeça e saiu sala, voltando rapidamente com duas grandes malas, onde Sayuri começou a guardar todas as coisas que poderiam vir a precisar, como medicamentos, pequenos instrumentos médicos, alguma comida, roupas, dois ou três livros, um urso pelúcia que Miaka insistira em levar, entre outras coisas até as duas malas ficarem completamente cheias.
- Vamos. – Sayuri, colocou a sua mala às costas, ajudou Miaka a colocar a dela, e as duas abandonaram o apartamento, completamente desarrumado em direção à Biblioteca Nacional.
Assim que chegaram lá, correram até à Secção Restrita, de onde emanava um pó vermelho muito brilhante, entraram na sala e encontraram o Universo dos Quatro Deuses no chão, emanando também uma espécie de aura muito vermelha.
- Você tem a certeza? – Perguntou Miaka.
- Nunca tive tanta, Miaka. – Sayuri pegou na mão da filha, e as duas começaram a andar para mais perto do livro caído.
- Mamãe! Miaka! – Gritou Keisuke na entrada da seção, de forma ofegante. – Onde vocês pensam que vão? E mamãe… você tinha dito…
- Eu sei muito bem o que disse, Keisuke. Mas eu… eu não posso deixar a Miaka sozinha. – Sayuri soltando a mão de Miaka e voltou-se para o filho. – Me perdoe. – Murmurou Sayuri apenas com os lábios, sem produzir nenhum som e voltando-se de costas.
- Esse livro é perigoso! – Várias lágrimas caíram no rosto de Sayuri, mas ela permaneceu de costas.
- Nós temos que salvar a Yui. – Disse Miaka, segurando novamente a mão da mãe, que se desfazia em lagrimas. – Ela provavelmente substitui-me no livro. Precisamos de nos apressar para salvá-la.
- Não! Não! Mamãe faça ela ouvir! Isso é loucura.
- Não, Keisuke, a Miaka precisa de voltar. Isto apenas poderá acabar até a ultima página do livro estar escrita. Apanha ao livro Miaka. – Miaka tirou o livro do chão e as duas o seguraram fortemente. – Até breve, meu filho. Nos perdoe.
- Adeus, irmão. Estamos indo.
As duas abriram o livro, e numa intensa luz vermelha e branca, Sayuri e Miaka desapareceram, como se nunca tivesse ali estado.
_**********_
No palácio de Konan, o Imperador Hotohori e alguns dos seus anciães conversavam sobre o fato do país de Kutou estar a preparar investidos em Konan, até que uma luz vermelha surge atrás do imperador e dela saem duas mulheres, Miaka, que cai em cima da cabeça de Hotohori*-.-1 e Sayuri que caí um pouco mais à frente, na grande mesa em frente.
- Aiiiii! Esta gente tem que aprender a fazer mesas mais confortáveis – Resmungou Sayuri que ao levantar a cabeça, vê Miaka em cima do imperador. – Miaka!
- Alteza! – Gritaram os Anciães.
- Hotohori, desculpe. – Pediu Miaka sorrindo bobamente.
- M-Miaka! – O imperador encarou Miaka surpreendido.
- S-Sacerdotisa de Suzaku! Ela voltou! – Exclamaram os anciões, sorrindo, sem reparar na presença de Sayuri.
- Yuki Miaka se apresentando. – Disse Miaka levantando-se, e no momento que ia apresentar sua mãe, Hotohori puxou-a para a poder abraçar, fazendo a garota corar fortemente.
- Senti muito sua falta. – Disse Hotohori baixinho, embora todos na sala tenham ouvido inclusive Sayuri, que tossiu bastante alto.
- Quem é você? – Perguntou Hotohori reparando na mulher e puxando Miaka para atrás de si, numa tentativa de protegê-la.
- Yuki Sayuri, e obrigado por ter notado a minha presença, sua alteza. Visto que estava muito ocupado agarrado à minha filha.
Miaka corou ainda mais e saiu de trás de Hotohori.
- Pois… esta é a minha mãe, Hotohori.
- MÃE? – Gritaram todos os presentes na sala.
- Como isso é possível? – Perguntou agora só Hotohori.
- Nós também não sabemos, sua alteza. Mas penso que tenhamos assuntos mais importantes para conversar.
- Sim, e é um prazer conhece-la, Sayuri. – O jovem imperador sorriu. – Passou muito tempo desde que você partiu, Miaka. – Os três saíram de dentro da sala. – Três longos meses.
- Quê? Três meses se passaram desde que fui para casa. – Gritou Miaka surpreendida enquanto, Sayuri se manteve calma, ela lembrava-se desse pormenor.
- O tempo passou depressa. – Respondeu Hotohori calmamente.
- Miaka, o tempo passa de forma diferente nos dois mundos. Você esteve aqui semanas, senão meses e no nosso mundo passaram algumas horas. – Disse Sayuri sorrindo para a filha.
- Mas enquanto você esteve fora, Miaka. Tivemos um problema.
Sayuri também sabia que problema era esse. A Guerra com Kutou, o país vizinho.
- Problema?
- Sim. Miaka, tenho um pedido a lhe fazer como Sacertotisa de Suzaku. - Disse Hotohori, enquanto Miaka o encarava curiosa.
- O quê?
- As restantes Estrelas devem ser encontrados o mais rápido possível. – Começou ele, mas Miaka de repente cai para trás devido ao peso da mala, fazendo Sayuri bater com a mão da cabeça sem acreditar como a sua filha podia ser tão desastrada.
- Miaka, coloque a sacola no chão e escute. – Pediu ele de forma calma, fechando os olhos.
Sayuri ajudou-a a retirar a mala dos ombros, retirando também a sua e as duas levantaram-se para Hotohori puder continuar.
- Soldados do País de Kutou estão reunidos em nossas fronteiras.
- Uma guerra? – Interrompeu Miaka assustada.
- Kutou cobiçou Konan por muitos anos.
- Quê? A Yui! Yui, o que aconteceu como ela? – Gritou Miaka, enquanto Sayuri apenas olhava fixamente para Hotohori. – Se uma guerra começar e a Yui estiver no meio dela… o que acontecerá com ela?
- Calma, Miaka. Ela certamente está bem. – Disse Sayuri, mas Miaka não pareceu ouvir.
- Hotohori, - Miaka aproximou-se dele. – pode fazer alguma coisa por Yui?
- Yui? – Hotohori parecia confuso.
- Ela está vestida como eu, e tem o cabelo curto, você a conhece?
- Não, não conheço.
- Miaka, ouve-me. – A garota virou-se para a mãe. – Tens a minha palavra de como a Yui está bem. Por isso acalma-te e ouve o que sua alteza estava a dizer, pois parece importante.
Miaka relutante virou-se para o imperador.
- Obrigado, Sayuri. Miaka, devemos reunir todas as sete estrelas para obter o poder de Suzaku e proteger Konan.
- E com esse poder você também poderá salvar a Yui, entendeu Miaka?
A garota pareceu pensar por um momento, e logo começou a correr em direção a algum lugar.
- Ei, Miaka espere. – Gritou Sayuri, também correndo para apanhar a filha.
- Tenho que encontrara o Tamahome, para depois encontrar os outros…
- Está bem, mas podemos andar mais devagar?
Miaka desacelerou o passo, até as duas estarem apenas a andar.
- Miaka! – Chamou a voz de uma mulher, e as duas voltaram-se para trás. Ela tinha longos cabelos púrpura, apanhados numa trança. Logo Sayuri compreendeu tratar-se de Nuriko.
- Nuriko? – Perguntou Miaka.
- Foi o que eu pensei. – Disse Nuriko, e as duas pegaram nas mãos, uma da outra e gritaram histericamente saltitando. – Quem é essa mulher? - Nuriko olhou para Sayuri, como se estivesse a avalia-la. – Ela é um pouco parecida com você.
- Nuriko, está é a minha mãe. Mãe, este é o Nuriko. – Apresentou Miaka sorrindo.
- Me trate por Sayuri.
Nuriko encarou as duas, de forma curiosa durante alguns momentos até também sorrir.
- A propósito, cadê o Tamahome? – Perguntou Miaka, agora encarando Nuriko séria.
- Ele não está mais aqui. Ele disse que ia ganhar algum dinheiro e voltar para casa. Ele foi embora já faz muitos dias.
- Quê? Ele não esperou por mim? – A voz de Miaka soava triste, então Sayuri abraçou-a fortemente.
- Não te preocupes, filha. Nós vamos encontra-lo e à Yui também. – Reconfortou Sayuri.
Passaram alguns minutos, até Miaka se recompor e as três irem é procura de Hotohori, para avisa-lo que iriam à procura de Tamahome.
-Quê, você quer ver Tamahome?- Sim. – Disse Miaka, acenando com a cabeça e sorrindo bobamente.
- Sozinha?
- Minha mãe e Nuriko vêm comigo.
- Nuriko? – Perguntou Hotohori como se não acreditasse no que via, Nuriko tinha vestido um traje masculino, que não a deixava ser confundida com uma mulher*-.-2.
- Viu? Ele está usando roupas masculinas. – Disse Miaka animada. – Ele tem uma aparência muito boa. – Miaka agarrou Nuriko pelo braço sorrindo de forma excessiva, que fez Sayuri não conseguir conter o riso.
- É meio difícil protegê-la usando roupas femininas. – Justificou-se Nuriko, olhando para Miaka descontente.
Hotohori não parecia querer de jeito nenhum que Miaka fosse, mas acabou concordando.
- Existem espiões de Kutou em toda a parte, sejam cuidadosos. – Pediu Hotohori.
- Sua alteza?
- Sim, Sayuri? – Disse Hotohori, dirigindo o olhar para a mulher.
- Poderia disponibilizar-me um arco em flecha. Sei como utiliza-lo e quero também proteger a minha filha.
- Claro. – Disse o imperador e ordenou a um dos seus súbitos que trouxessem o que Sayuri pedira.
- Não sabia disso, mamãe.
- Você e seu irmão não sabem muita coisa, Miaka. Eu gostava muito quando era jovem e acabei aprendendo.
Assim que recebeu o arco, Sayuri guardou-o junto de alguns medicamentos e comida que escolhera para a viagem. Hotohori também entregara a Miaka o Pergaminho de Suzaku, que continha as únicas pistas existentes sobre como encontras os restantes Seishis.
Então logo puderam partir do palácio, montadas em dois cavalos.
- Eu vou morrer. – Disse Sayuri, que se encontrava montada no cavalo sozinha, pela quinta vez desde que partiram.
- Que mãe mais covarde que você tem, Miaka. – Disse Nuriko baixinho a Miaka, que estava montada no cavalo atrás dele.
Mas Sayuri tinha ouvido as palavras dele.
- Cale a boca, Nuriko. Eu nunca gostei de cavalos. – O cavalo que Sayuri montava levantou-se, quase fazendo-a cair. – Nem eles gostam de mim. – Ela agarrou-se firmemente às rédeas.
- Parem, por favor. – Pediu Miaka, fazendo Nuriko e Sayuri se calarem, continuando a galopar durante algum tempo. – Faz três meses. – Murmurou a garota para si mesma, fechando os olhos.
- Você é uma visão bem-vinda. – Disse Nuriko- - Tama vai entrar em êxtase… Depois que você partiu, ele perdeu o seu foco e tornou-se alheio a tudo. Gostaria que você tivesse visto. *-.-3 e 4
- O Nuriko tem razão, é isso que eu tenho andado a dizer a você todo o tempo. Você preocupa-se demais, Miaka. – Disse Sayuri olhando para filha, sem largar as rédeas
- Claro que eu tenho razão. Você é a amada de Tamahome.
- Não é verdade! Tamahome me disse que não era! – Reclamou Miaka bem alto.
- Isso é mentira. Ele ama você, filha. Até eu sei isso. – Exclamou Sayuri sorrindo bobamente para a filha. – Eu vou conhecer o meu genro.
- E ele naquela altura não sabia, Miaka. – Completou Nuriko, até que repentinamente começou a escurecer. – Mas ei, o que há com essa escuridão estranha? - Nuriko parecia bastante preocupada.
- Já disse que também não gosto de escuridão. – Perguntou Sayuri baixinho, para si mesma.
- Oh não! Está ficando escuro. – Gritou Miaka, agarrando-se mais a Nuriko.
- Oh… está muito escuro!
- Nuriko, você está indo na direção correta? – Perguntou Miaka, mas de repente os dois cavalos levantam-se bruscamente. Nuriko e Sayuri conseguiram-se segurar as rédeas com força suficiente para não cair, mas Miaka soltou-se de Nuriko caindo violentamente no chão.
- Miaka!- Gritou Sayuri, que saltou de cima do cavalo, ajoelhando-se ao lado da filha.
- Vocês estão bem? – Gritou Nuriko ainda em cima do cavalo.
Sayuri analisou a Miaka para ver se ela se magoara, quando reparou de por cima de suas cabeças estava um homem alto armado com uma foice.
- O que você pensa que está fazendo? – Reclamou Miaka, também vendo o homem.
- Quem são vocês?
- Essa voz. – Murmurou Miaka, e Sayuri levantou-se colocando-se entre a Miaka e o homem armado. Ela tinha deixado o arco dentro da mala perto do cavalo era demasiado arriscado o tentar pegar.
Mas logo a luz de uma chama iluminou o rosto de homem, e Sayuri pode perceber que era na verdade Tamahome.
- Miaka. – Disse ele, ao reconhecê-la por de trás de Sayuri.
- Tamahome. – Miaka saiu de trás de sua mãe e aproximou-se de Tamahome, que colocou a mão do rosto da garota, como se não acreditasse no que via.
- E você mesmo? Foram apenas três meses, mas senti como se fossem mil anos.
- Tamahome. – Miaka estava chorando, e logo os dois se abraçaram intensamente.
- Parece que você está se sentindo melhor. – Disse ele limpando uma lagrima do rosto de Miaka.
- Sim.
Sayuri, e Nuriko que já tinha saído no cavalo e se aproximado de Sayuri, tossiram bastante alto chamando a atenção do casal, para o fato de existirem mais pessoas ali.
Os dois se separarem envergonhados.
- Tamahome, quem são essas pessoas? – Perguntou um dos homens.
- Esta é Miaka, a Sacerdotisa de Suzaku. – Tamahome bateu no topo da cabeça da garota. – Este é bicha.– Tamahome apontou para Nuriko, que logo lhe bateu. – Falando sério, ele é um das Estrelas de Suzaku, Nuriko. E a outra mulher eu não sei.
- Sou a mãe da garota a que você estava agarrado. - Tamahome arregalou os olhos. – E também sua sogra. Mas pode tratar-me por Sayuri.
Tamahome olhou para Miaka como se procura-se uma confirmação e a garota acenou com a cabeça, fazendo Tamahome olhar de volta para os homens, ainda um pouco incrédulo.
- É a mãe da Sacerdotisa de Suzaku – Disse ele, e voltou-se novamente para Miaka. – Vocês sabem sobre o país de Kutou, certo? Devido a situação, existem homens suspeitos por aqui. – Sayuri reparou como os olhos da filha brilhavam enquanto Tamahome falava. – Por uma taxa, eu trabalho para essas pessoas como guarda-costas. Minha presença aqui faz com que elas se sintam relativamente seguras…
Num momento a chama que iluminava tudo, apagou-se.
- Não há vento, mas a tocha apagou-se. – Disse um homem, com a voz tenebrosa.
- Rápido! Acendam a tocha novamente. – Gritou outros dos homens e Sayuri tentou lembrar-se do que ia acontecer a seguir, mas apenas tinha um pressentimento de que era algo de mau.
Antes de conseguirem acender a tocha, umas misteriosas mãos levaram Miaka para longe, mas disso Sayuri lembrava-se, aquelas mãos era a quarta Estrela de Suzaku.
- Miaka! – Gritou Tamahome, ao vê-la desaparecer.

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E
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Estejam completamente á vontade de colocar todas as vossas duvidas, por mais estupidas que sejam, prometo responder a todas no proximo capitulo....

Bjs (L) (L) (L) I love you
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